segunda-feira, 21 de setembro de 2026

VENDER, UMA ATIVIDAEDE MUITA ANTIGA





A atividade de vendas é tão antiga quanto o homem. Ao se organizar em sociedade, o homem  tinha que trocar aquilo que produzia por outros produtos de que precisava. Esse sistema, denominado escambo, era uma atividade de vendas, durante a qual os envolvidos desenvolviam suas habilidades para defender as qualidades de seus produtos.

Certamente que o progresso de muitos povos foi o resultado de grandes negócios efetuados no decurso de sua história. Os fenícios, por exemplo, eram grandes mercadores e levaram seus produtos aos portos do Mediterrâneo. Chegaram à costa atlântica da Espanha e fizeram a viagem de circum-navegação da África, por volta do ano 600 aC. Eles vendiam pratos e vasos de ouro, prata e bronze, garrafas de marfim, cerâmica fina, perfumes, unguentos, lãs, tecidos de linho e também armas.

A expansão do império romano certamente contribuíu para o desenvolvimento de comércio em larga escala.

A primeira venda de que se tem notícia aconteceu ainda no paraíso, quando a serpente vendeu a Adão e Eva a famosa maçã, fruto da árvore proibida, usando falsos argumentos. Eles comeram a maça e só então perceberam que foram enganados por aquele vendedor ardiloso e se deram mal. Essa venda é hoje chamada de venda em sentido lato e não venda em sentido estrito. Na venda em sentido lato não se vendem produtos, mas ideias, conceitos ou coisa que o valha. Foi o que aconteceu no paraíso.





Outra venda  desastrada,  relatada  na  Bíblia,  foi feita por Esaú, que vendeu ao irmão Jacó o seu direito à primogenitura, em troca  de  um  prato  de  lentilhas. O comprador, Jacó, foi muito esperto, enquanto Esaú, obsecado pela fome, abriu mão de seus direitos à herança do pai, Isaac. Mais tarde, o próprio Jacó foi vítima de outro vendedor esperto, Labão, que lhe vendeu a filha Raquel em troca de servidão de sete anos e depois mais sete. E os filhos de Jacó não tiveram dúvida e venderam como escravo o irmão José, conhecido como José do Egito, que se destacou na corte do Faraó.

Também temos na Bíblia a história daquele outro vendedor que vendeu seu Mestre por 30 moedas de prata e mudou o curso da história, não chegando mesmo a usufruir do pagamento.

No início do século XVI, conhecemos um negócio que deu muito o que falar, quando o Papa Júlio II instituiu a venda das indulgências para levantar fundos para a construção da basílica de São Pedro. Segundo os vendedores, a cada pagamento das indulgências, o comprador tinha automaticamente seus pecados perdoados. Esses vendedores percorriam a Europa de Norte a Sul, oferecendo sua mercadoria e arrecadando milhões para as obras de Júlio II. Tal procedimento provocou a ira de Lutero, estabelecendo-se um grande cisma religioso e o surgimento do protestantismo, com graves consequências políticas e religiosas para todo o continente europeu, com a diminuição do poderio papal que, pela primeira vez, sofria contestação.



Nas sociedades primitivas, quando o número de produtos a serem trocados ainda era limitado, as trocas se realizavam  por  escambo, isto é, os produtos eram diretamente comercializados pelo povo em geral. Trocavam-se peles por cerâmica, sal por conchas, tecidos por animais. Com o aumento de produtores e de produtos, para facilitar as transações, começaram a ser criadas as primeiras moedas, como por exemplo, o sal, do qual se derivou a palavra salário. Também o gado era usado como moeda. Gado em latim é pecus, de onde veio a palavras pecúnia que significa dinheiro. Nas  sociedades mais   avançadas   começaram  a  circular  as moedas feitas de metais, como cobre, prata e ouro. E o dinheiro se tornou tão importante que reis e monarcas mandaram gravar a sua efígie numa de suas faces.

Na Idade Média surgiram os artesãos que produziam mercadorias sob encomenda e, em troca, recebiam um pagamento em dinheiro, geralmente, moedas de ouro. Na produção artesanal, cada produto atendia às exigências do comprador que, de maneira geral, acompanhava as etapas de fabricação do mesmo, adequando-os às suas exigências pessoais. Eram roupas, calçados, móveis, armas, carruagens, jóias e até palácios e castelos.



No século XIX, assistimos ao início da era industrial, mudando os padrões comerciais em todo o mundo, criando uma classe operária responsável pela produção de produtos em larga escala, além da concentração de grandes capitais no chamado mundo capitalista. Com o advento da máquina, foi iniciada a produção em série, com a padronização dos produtos. O crescimento da produção aumentava também a competição, com centenas de empresas fabricando uma gama variada de produtos no mundo inteiro, produtos esses com características impostas pelo próprio fabricante e não mais pelo comprador, como na era artesanal, fato que alterou profundamente as atividades do mercado, pois logo se percebeu que não adiantava fabricar produtos se as pessoas não gostassem deles e não quisessem comprá-los. 





Foi assim que surgiu nos países industrializados uma nova disciplina denominada marketing, termo adotado nos diversos idiomas. O marketing nasceu com o objetivo de estabelecer uma ponte entre fabricante e consumidor, facilitando a atividade de vendas. Ele passou a funcionar como uma verdadeira bússola que orienta a empresa por entre os recifes que pontilham ao longo do mercado. Sem essa bússola, muitos navegam sem rumo, em mar encapelado, e outros podem mesmo sofrer a desventura do naufrágio.



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VENDER É PRECISO- Um livro para treinamento de vendedores e empresários, mostrando as melhores técnicas de vendas, desenvolvidas no país e no exterior. Agora, em segunda edição. Um professor de vendas sobre Vender é Preciso, disse o seguinte:” Este livro deveria estar no porta-luvas do carro de todo vendedor, pois também Ler é Preciso”.

 OPERAÇÃO KAABA - Uma história extraordinária, que se passa no ano de 2035, num conflito internacional de graves consequências e o sequestro de um papa por terroristas islâmicos. O livro fala do surgimento de uma nova ordem religiosa - os Novos Templários, em cujos votos está, agora incluído, o voto de Preservação, com o objetivo de minorar os graves problemas ambientais que surgirão no futuro. A história envolve terroristas, jornalistas, políticos, fanáticos religiosos, personagens do clero e a figura de um papa - Pedro Paulo I, além de uma bela jovem que está presente em toda a trama.

 AS TORRES DAS TRÊS VIRTUDES- livro dividido em duas partes. A primeira se passa num seminário, com a narrativa de fatos vivenciados pelo autor em sua juventude, mostrando como se desenvolvia a vida de um jovem, baseada no estudo, no trabalho e na oração, além das atividades esportivas. A segunda parte é vivida pelo herói da narrativa, na fazenda de seu pai, onde impera a corrupção, a violência e a lei da Winchester. 

 MENINO TROPEIRO - é a biografia da infância do autor, filho de um professor primário, que dava aulas em povoados do Planalto Catarinense. Aulas para 4 turmas, simultaneamente, com a maioria dos alunos vindos das propriedades agrícolas. Eles não tinham condução, como os alunos atuais. Vinham a pé, na escola não havia refeições e, à tarde voltavam para casa e pegavam uma enxada para ajudar os pais no trabalho das lavouras. Eram outros tempos. 

EXPRESSÕES E PROVÉRBIOS LATINOS -  São mais de 400 verbetes, com tradução, pronúncia e exemplos de uso. É um material adequados para advogados, pois a jurisprudência faz uso constante de terminologia latina, face a importância do direito romano para todos os povos.. Mas o livro também é importante para a cultura em geral, pois traz também um texto completo sobre a história de Roma.

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sexta-feira, 18 de setembro de 2026

NAU- NAÇÕES ÁRABES UNIDAS, UMA ALIANÇA DOS PAISES ÁRABES CONTRA OS PAISES OCIDENTAIS



No livro OPERAÇÃO KAABA,  RH Souza, autor do blog Scripta e Virtual, faz um relato futurista, descrevendo uma guerra entre países do Ocidente e Nações Árabes Unidas, conflito esse resultado de divergências milenares entre Ocidente e Oriente, que remontam ao ano de 1095. quando o papa Urbano II convocou a primeira grande cruzada. No texto que segue, o leitor tem uma ideia dos acontecimentos que um dia, nos tempos modernos, poderão acontecer. Para conhecer os detalhes dessa narrativa eletrizante, compre o livro OPERAÇÃO KAABA, que está em promoção neste blog. Veja, a seguir como se desenvolve essa eletrizante narrativa, lendo um trecho do primeiro capítulo do livro.

"O comandante Lacerda retornou à cabine e tirou da gaveta de sua escrivaninha uma pasta onde se lia: Estritamente Confidencial - e releu mais uma vez as instruções que recebera, alguns dias antes, diretamente do Ministério da Defesa, depois de uma reunião no Palácio do Planalto, com o Presidente da República e da qual participaram, além do Ministro da Defesa, representantes do Ministério da Marinha, do Ministério das Relações Exteriores, juntamente com o chanceler brasileiro e o embaixador americano, em Brasília, tal a relevância do assunto em pauta. 

A reunião fora sigilosa e, apesar do cerco montado pela imprensa, nada transpirou. Todos os participantes saíram pelo elevador privativo do presidente, sem dar nenhuma declaração. Diante da delicada situação internacional, os boatos pipo- cavam nos jornais, rádios, televisões e na internet. As forças armadas brasileiras estavam em estado de alerta, acompanhando o desenrolar da crise internacional. Uma grande frota marítima aliada, formada por navios e numerosos porta-aviões, carregados com os mais modernos aviões a jato, armados com sofisticados mísseis, se dirigia ao Mar Mediterrâneo, ao Mar da Arábia, Mar Vermelho e Golfo Pérsico. Eram navios americanos, ingleses, franceses, australianos e canadenses. Modernos submarinos, armados com sofisticados mísseis de alcance intercontinental, tomavam posição em pontos estratégicos nos mares e oceanos, de onde poderiam alcançar qualquer país do Oriente Médio.





Na verdade, o mundo estava às vésperas de um conflito de grandes proporções, cuja duração era difícil de se prever, tal o poder de destruição que os armamentos tinham alcançado àquela altura do século XXI. Os diversos países árabes, envolvidos no conflito, também possuíam armamentos de elevado poder destrutivo e seus exércitos contavam com mais de dois milhões e quinhentos mil combatentes, treinados para os mais diversos tipos de combate. Na verdade, isso era o resultado de vários anos de difícil convivência entre o Ocidente, de um lado, liderado pelos Estados Unidos e potências europeias e do outro, pelas chamadas Nações Árabes Unidas (NAU), formadas pelo Irã, Iraque, Arábia, Emirados Árabes, Líbia, Síria, além de alguns países africanos. Todos os seus governos agiam sob a liderança de Abu al Raschid, líder republicano da Arábia, que derrubara a monarquia saudita e se firmara como um dos grandes líderes do mundo árabe, conseguindo reunir as diversas lideranças em torno de um objetivo único: fazer frente ao Ocidente capitalista, cujo poder se enfraquecera depois de crises diplomáticas entre a União Europeia e os Estados Unidos, por causa de disputas econômicas e, principalmente, face também ao surgimento de uma nova superpotência, a China, com sua gigantesca população de mais de um bilhão e quinhentos milhões de habitantes e o maior exército do planeta. Todos esses países árabes retomavam os chamados princípios básicos do Islamismo, impondo às suas populações a moral e os costumes rígidos pregados pelo Alcorão. Também restringiam suas ligações comerciais com o Ocidente, pois tinham desenvolvido uma indústria própria, que lhes fornecia os produtos básicos para sua sobrevivência. Produtos agrícolas, como milho, soja, trigo e outros cereais, além de carne bovina e carne de frango, eles os importavam da América Latina, principalmente do Brasil e da Argentina, que se tornaram seus grandes parceiros comerciais. Armamentos modernos eram adquiridos do Ocidente via contrabando, ou comprados diretamente da Rússia e da China, agora uma superpotência, cujo desenvolvimento industrial nada ficava a dever ao dos países mais adiantados.


 Os membros da NAU tinham um elo comum de união: o ódio ao Ocidente, cuja cultura era a antítese de suas crenças e tradições, fator que os dividira ao longo dos séculos, desde o ano de 1095, quando o Papa Urbano II convocara os reis e príncipes cristãos a empreenderem uma grande cruzada para libertar os lugares santos da Palestina das mãos dos muçulmanos. Iniciaram-se neste longínquo ano, os embates entre Ocidente e Oriente, entre a Cruz e o Crescente, entre os cristãos, chamados de infiéis e os seguidores do profeta Maomé. O estopim que desencadeou o conflito entre Ocidente e Oriente Médio, foi o torpedeamento no Mar Vermelho de um navio da Arábia, por um submarino israelense, sob a alegação de que a embarcação carregava ogivas nucleares, compradas na China, para reforçar o arsenal atômico dos países da NAU. Como resposta ao afundamento do navio, a NAU lançou mísseis contra Israel, que respondeu com a ajuda dos Estados Unidos e de outros países do Ocidente. Iniciava-se, assim, a Guerra do Oriente Médio, como ficou conhecida. 

 A essa altura dos acontecimentos, o Ocidente já não dependia do fornecimento de petróleo do Golfo Pérsico, pois tinha outras fontes de fornecimento, como os países do Golfo da Guiné, na África, além de outras fontes, como a Amazônia e o litoral brasileiro, onde foram feitas descobertas muito signi- ficativas. As fontes alternativas de energia também substituíam o petróleo, entre as quais o etanol, do qual o Brasil era grande produtor."



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quinta-feira, 3 de setembro de 2026

A ESTUPIDEZ DE UMA FAMÍLIA RICA, NA DÉCADA DE TRINTA, NAS FAZENDAS DO SUL DO BRASIL

 



O texto que segue, foi extraído do livro MENINO TROPEIRO, de R.H. Souza, autor deste blogue. Para comprar o livro, veja a promoção no final deste texto,

"Ainda me lembro de um personagem folclórico, que aparecia algumas vezes na localidade, onde era bem recebido por todos. Seu nome era Oscar de Brito, o filho mais novo de um rico casal de fazendeiros, moradores no distrito de Campo Belo. O jovem Oscar montava sempre um belo cavalo e trajava um pala de seda. Os arreios e o freio de sua montaria tinham acabamento em metal. Eram feitos de prata, segundo diziam, mas eu não tinha conhecimento para uma avaliação correta. Segundo meu pai, eram mesmo de prata. Oscar trazia consigo sempre uma gaita de foles, tocando-a com muita habilidade. Quando ele chegava, a alegria era geral, pois as pessoas se reuniam à noite, à volta do fogo, enquanto ele tocava músicas regionais, muitas do folclore gaúcho. Oscar de Brito era um cavaleiro andante, muito simpático e querido de todos, um verdadeiro PLAYBOY dos pampas.

A riqueza da família Brito era conhecida em toda a região. Quando os pais morreram, o irmão mais velho, Juca de Brito, assumiu o comando das fazendas e promovia festas dignas de um magnata. Não sei se era lenda, mas contavam que, entre uma taça de champanhe e outra, ele, para impressionar os convidados, botava um charuto cubano na boca e o acendia com uma nota de cem mil réis, uma verdadeira fortuna para a época. Para se ter uma ideia, meu pai, dando aulas para quatro turmas  de  alunos, não chegava a ganhar duzentos mil-réis por mês.


Segundo eu soube mais tarde, a fortuna dos Brito se esvaiu como a fumaça daqueles charutos importados, exibidos por ele aos convidados nas magníficas festas que promovia.
Cáspite*, como diziam os italianos.


* Cáspite é uma interjeição usada para expressar admiração, espanto, surpresa ou aprovação, muitas vezes com um toque de ironia.


MENINO TROPEIRO - é a biografia da infância do autor, filho de um professor primário, que dava aulas em povoados do Planalto Catarinense. Aulas para 4 turmas, simultaneamente, com a maioria dos alunos vindos das propriedades agrícolas. Eles não tinham condução, como os alunos atuais. Vinham a pé, na escola não havia refeições e, à tarde voltavam para casa e pegavam uma enxada para ajudar os pais no trabalho das lavouras. Eram outros tempos. 

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AS TÁTICAS INTELIGENTES USADAS POR AKIO MORITA PARA CRIAR UM IMPÉRIO, PARTINDO DE UMA PEQUENA FÁBRICA NO JAPÃO





Akio Morita, fundador da Sony, conta em seu livro Made in Japan como conseguiu, em 1955, introduzir nos Estados Unidos o primeiro rádio transistor, fabricado pela empresa. Era um produto de pequenas dimensões, quando o mercado estava acostumado aos aparelhos de grande porte, pois os americanos viviam em casas grandes, com muitos quartos. Para introduzir seu produto, ele argumentava que, face à grande quantidade de emissoras  existentes  em Nova  York,  cada  membro da família poderia ter o seu próprio aparelho e ouvir suas músicas preferidas em seu quarto, sem perturbar os outros. O argumento de Morita prevaleceu. Em contato com uma grande cadeia de lojas, o comprador gostou do produto e pediu cotação de preço para cinco, dez, trinta, cinquenta e cem mil aparelhos. Mas como a fábrica ainda não tinha capacidade para grandes produções, Morita deu uma cotação de preços em que o custo unitário subia de acordo com o aumento da quantidade. 

Quando o comprador leu a proposta, falou: “Sr. Morita, há trinta anos trabalho no setor de compras e o sr. é a primeira pessoa que vem aqui e me diz que, quanto maior for a encomenda, maior será o preço por unidade. Isso não tem lógica”. Diante das explicações do vendedor, o comprador sorriu e Morita saiu da sala com um pedido de 10 mil rádios, o que foi bom para ele e para a empresa compradora.

Usando sua imaginação, Morita conseguiu desenvolver sua empresa, começando com uma pequena fábrica no Japão, para um grande complexo industrial, hoje, com seus produtos, presentes em todos os continentes. Mas, além de produtos eletrônicos, a empresa atua em outras áreas. Veja: 

Columbia Pictures Industries, Inc. é uma produtora e distribuidora de filmes norte-americana e é um dos cinco maiores estúdios de cinema de Hollywood. É uma divisão da Sony Pictures Entertainment, uma subsidiária do conglomerado japonês Sony.[ A sua sede está localizada em Culver City, na Califórnia. E Morita passou a residir nos Estados Unidos com sua família, passando dali a dirigir as atividades de suas empresas, em todos os recantos do planeta.

 



 


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