sexta-feira, 18 de setembro de 2026

NAU- NAÇÕES ÁRABES UNIDAS, UMA ALIANÇA DO FUTURO

 


No livro OPERAÇÃO KAABA,  RH Souza, autor do blog Scripta e Virtual, faz um relato futurista, descrevendo uma guerra entre países do Ocidente e Nações Árabes Unidas, conflito esse resultado de divergências milenares entre Ocidente e Oriente, que remontam ao ano de 1095. quando o papa Urbano II convocou a primeira grande cruzada. No texto que segue, o leitor tem uma ideia dos acontecimentos que um dia, nos tempos modernos, poderão acontecer. Para conhecer os detalhes dessa narrativa eletrizante, compre o livro OPERAÇÃO KAABA, que está em promoção neste blog. Veja, a seguir como se desenvolve essa eletrizante narrativa, lendo um trecho do primeiro capítulo do livro.

"O comandante Lacerda retornou à cabine e tirou da gaveta de sua escrivaninha uma pasta onde se lia: Estritamente Confidencial - e releu mais uma vez as instruções que recebera, alguns dias antes, diretamente do Ministério da Defesa, depois de uma reunião no Palácio do Planalto, com o Presidente da República e da qual participaram, além do Ministro da Defesa, representantes do Ministério da Marinha, do Ministério das Relações Exteriores, juntamente com o chanceler brasileiro e o embaixador americano, em Brasília, tal a relevância do assunto em pauta. 

A reunião fora sigilosa e, apesar do cerco montado pela imprensa, nada transpirou. Todos os participantes saíram pelo elevador privativo do presidente, sem dar nenhuma declaração. Diante da delicada situação internacional, os boatos pipo- cavam nos jornais, rádios, televisões e na internet. As forças armadas brasileiras estavam em estado de alerta, acompanhando o desenrolar da crise internacional. Uma grande frota marítima aliada, formada por navios e numerosos porta-aviões, carregados com os mais modernos aviões a jato, armados com sofisticados mísseis, se dirigia ao Mar Mediterrâneo, ao Mar da Arábia, Mar Vermelho e Golfo Pérsico. Eram navios americanos, ingleses, franceses, australianos e canadenses. Modernos submarinos, armados com sofisticados mísseis de alcance intercontinental, tomavam posição em pontos estratégicos nos mares e oceanos, de onde poderiam alcançar qualquer país do Oriente Médio.



Na verdade, o mundo estava às vésperas de um conflito de grandes proporções, cuja duração era difícil de se prever, tal o poder de destruição que os armamentos tinham alcançado àquela altura do século XXI. Os diversos países árabes, envolvidos no conflito, também possuíam armamentos de elevado poder destrutivo e seus exércitos contavam com mais de dois milhões e quinhentos mil combatentes, treinados para os mais diversos tipos de combate. Na verdade, isso era o resultado de vários anos de difícil convivência entre o Ocidente, de um lado, liderado pelos Estados Unidos e potências europeias e do outro, pelas chamadas Nações Árabes Unidas (NAU), formadas pelo Irã, Iraque, Arábia, Emirados Árabes, Líbia, Síria, além de alguns países africanos. Todos os seus governos agiam sob a liderança de Abu al Raschid, líder republicano da Arábia, que derrubara a monarquia saudita e se firmara como um dos grandes líderes do mundo árabe, conseguindo reunir as diversas lideranças em torno de um objetivo único: fazer frente ao Ocidente capitalista, cujo poder se enfraquecera depois de crises diplomáticas entre a União Europeia e os Estados Unidos, por causa de disputas econômicas e, principalmente, face também ao surgimento de uma nova superpotência, a China, com sua gigantesca população de mais de um bilhão e quinhentos milhões de habitantes e o maior exército do planeta. Todos esses países árabes retomavam os chamados princípios básicos do Islamismo, impondo às suas populações a moral e os costumes rígidos pregados pelo Alcorão. Também restringiam suas ligações comerciais com o Ocidente, pois tinham desenvolvido uma indústria própria, que lhes fornecia os produtos básicos para sua sobrevivência. Produtos agrícolas, como milho, soja, trigo e outros cereais, além de carne bovina e carne de frango, eles os importavam da América Latina, principalmente do Brasil e da Argentina, que se tornaram seus grandes parceiros comerciais. Armamentos modernos eram adquiridos do Ocidente via contrabando, ou comprados diretamente da Rússia e da China, agora uma superpotência, cujo desenvolvimento industrial nada ficava a dever ao dos países mais adiantados. 


 Os membros da NAU tinham um elo comum de união: o ódio ao Ocidente, cuja cultura era a antítese de suas crenças e tradições, fator que os dividira ao longo dos séculos, desde o ano de 1095, quando o Papa Urbano II convocara os reis e príncipes cristãos a empreenderem uma grande cruzada para libertar os lugares santos da Palestina das mãos dos muçulmanos. Iniciaram-se neste longínquo ano, os embates entre Ocidente e Oriente, entre a Cruz e o Crescente, entre os cristãos, chamados de infiéis e os seguidores do profeta Maomé. O estopim que desencadeou o conflito entre Ocidente e Oriente Médio, foi o torpedeamento no Mar Vermelho de um navio da Arábia, por um submarino israelense, sob a alegação de que a embarcação carregava ogivas nucleares, compradas na China, para reforçar o arsenal atômico dos países da NAU. Como resposta ao afundamento do navio, a NAU lançou mísseis contra Israel, que respondeu com a ajuda dos Estados Unidos e de outros países do Ocidente. Iniciava-se, assim, a Guerra do Oriente Médio, como ficou conhecida. 

 A essa altura dos acontecimentos, o Ocidente já não dependia do fornecimento de petróleo do Golfo Pérsico, pois tinha outras fontes de fornecimento, como os países do Golfo da Guiné, na África, além de outras fontes, como a Amazônia e o litoral brasileiro, onde foram feitas descobertas muito signi- ficativas. As fontes alternativas de energia também substituíam o petróleo, entre as quais o etanol, do qual o Brasil era grande produtor."



 OPERAÇÃO KAABA - Uma história extraordinária, que se passa no ano de 2045, num conflito internacional de graves consequências e o sequestro de um papa por terroristas islâmicos. O livro fala do surgimento de uma nova ordem religiosa - os Novos Templários, em cujos votos está, agora incluído, o voto de Preservação, com o objetivo de minorar os graves problemas ambientais que surgirão no futuro. A história envolve terroristas, jornalistas, políticos, fanáticos religiosos, personagens do clero e a figura de um papa - Pedro Paulo I, além de uma bela jovem que está presente em toda a trama.

Para comprar o livro, acesse: vsom01@yahoo.com.br e receba o texto em seu computador (e-boock) pelo preço de CR 35,00. Indique o e-mail para onde deve ser enviado cada livro.



 

quinta-feira, 3 de setembro de 2026

A ESTUPIDEZ DE UMA FAMÍLIA RICA, NA DÉCADA DE TRINTA, NAS FAZENDAS DO SUL DO BRASIL

 



O texto que segue, foi extraído do livro MENINO TROPEIRO, de R.H. Souza, autor deste blogue. Para comprar o livro, veja a promoção no final deste texto,

"Ainda me lembro de um personagem folclórico, que aparecia algumas vezes na localidade, onde era bem recebido por todos. Seu nome era Oscar de Brito, o filho mais novo de um rico casal de fazendeiros, moradores no distrito de Campo Belo. O jovem Oscar montava sempre um belo cavalo e trajava um pala de seda. Os arreios e o freio de sua montaria tinham acabamento em metal. Eram feitos de prata, segundo diziam, mas eu não tinha conhecimento para uma avaliação correta. Segundo meu pai, eram mesmo de prata. Oscar trazia consigo sempre uma gaita de foles, tocando-a com muita habilidade. Quando ele chegava, a alegria era geral, pois as pessoas se reuniam à noite, à volta do fogo, enquanto ele tocava músicas regionais, muitas do folclore gaúcho. Oscar de Brito era um cavaleiro andante, muito simpático e querido de todos, um verdadeiro PLAYBOY dos pampas.

A riqueza da família Brito era conhecida em toda a região. Quando os pais morreram, o irmão mais velho, Juca de Brito, assumiu o comando das fazendas e promovia festas dignas de um magnata. Não sei se era lenda, mas contavam que, entre uma taça de champanhe e outra, ele, para impressionar os convidados, botava um charuto cubano na boca e o acendia com uma nota de cem mil réis, uma verdadeira fortuna para a época. Para se ter uma ideia, meu pai, dando aulas para quatro turmas  de  alunos, não chegava a ganhar duzentos mil-réis por mês.


Segundo eu soube mais tarde, a fortuna dos Brito se esvaiu como a fumaça daqueles charutos importados, exibidos por ele aos convidados nas magníficas festas que promovia.
Cáspite*, como diziam os italianos.


* Cáspite é uma interjeição usada para expressar admiração, espanto, surpresa ou aprovação, muitas vezes com um toque de ironia.


MENINO TROPEIRO - é a biografia da infância do autor, filho de um professor primário, que dava aulas em povoados do Planalto Catarinense. Aulas para 4 turmas, simultaneamente, com a maioria dos alunos vindos das propriedades agrícolas. Eles não tinham condução, como os alunos atuais. Vinham a pé, na escola não havia refeições e, à tarde voltavam para casa e pegavam uma enxada para ajudar os pais no trabalho das lavouras. Eram outros tempos. 

Para comprar o livro, acesse: vsom01@yahoo.com.br e receba o texto em seu computador (e-boock) pelo preço de 
CR 35,00. Indique o e-mail para onde deve ser enviado cada livro.


OS TRUQUES USADOS POR AKIO MORITA PARA CRIAR UM IMPÉRIO, PARTINDO DE UMA PEQUENA FÁBRICA NO JAPÃO





Akio Morita, fundador da Sony, conta em seu livro Made in Japan como conseguiu, em 1955, introduzir nos Estados Unidos o primeiro rádio transistor, fabricado pela empresa. Era um produto de pequenas dimensões, quando o mercado estava acostumado aos aparelhos de grande porte, pois os americanos viviam em casas grandes, com muitos quartos. Para introduzir seu produto, ele argumentava que, face à grande quantidade de emissoras  existentes  em Nova  York,  cada  membro da família poderia ter o seu próprio aparelho e ouvir suas músicas preferidas em seu quarto, sem perturbar os outros. O argumento de Morita prevaleceu. Em contato com uma grande cadeia de lojas, o comprador gostou do produto e pediu cotação de preço para cinco, dez, trinta, cinquenta e cem mil aparelhos. Mas como a fábrica ainda não tinha capacidade para grandes produções, Morita deu uma cotação de preços em que o custo unitário subia de acordo com o aumento da quantidade. 

Quando o comprador leu a proposta, falou: “Sr. Morita, há trinta anos trabalho no setor de compras e o sr. é a primeira pessoa que vem aqui e me diz que, quanto maior for a encomenda, maior será o preço por unidade. Isso não tem lógica”. Diante das explicações do vendedor, o comprador sorriu e Morita saiu da sala com um pedido de 10 mil rádios, o que foi bom para ele e para a empresa compradora.

Usando sua imaginação, Morita conseguiu desenvolver sua empresa, começando com uma pequena fábrica no Japão, para um grande complexo industrial, hoje, com seus produtos, presentes em todos os continentes. Mas, além de produtos eletrônicos, a empresa atua em outras áreas. Veja: 

Columbia Pictures Industries, Inc. é uma produtora e distribuidora de filmes norte-americana e é um dos cinco maiores estúdios de cinema de Hollywood. É uma divisão da Sony Pictures Entertainment, uma subsidiária do conglomerado japonês Sony.[ A sua sede está localizada em Culver City, na Califórnia. E Morita passou a residir nos Estados Unidos com sua família, passando dali a dirigir as atividades de suas empresas, em todos os recantos do planeta.

 



 


            LIVROS DO AUTOR DESTE BLOG PARA SEUS                                           MOMENTOS  DE LAZER. 

                                

          

O FILHO DE ANITA - Uma história que beira o fantástico. Um rico fazendeiro que incorpora o Malvado, desenvolve um intenso trabalho para seduzir uma bela jovem, Anita, criando situações inusitadas. A história reúne frades, médicos, vaqueiros, mulheres inteligentes e o povo simples dos vilarejos. E tem um final surpreendente. Só lendo, para crer.

VENDER É PRECISO- Um livro para treinamento de vendedores e empresários, mostrando as melhores técnicas de vendas, desenvolvidas no país e no exterior. Agora, em segunda edição. Um professor de vendas sobre Vender é Preciso, disse o seguinte:” Este livro deveria estar no porta-luvas do carro de todo vendedor, pois também Ler é Preciso”.

 OPERAÇÃO KAABA - Uma história extraordinária, que se passa no ano de 2035, num conflito internacional de graves consequências e o sequestro de um papa por terroristas islâmicos. O livro fala do surgimento de uma nova ordem religiosa - os Novos Templários, em cujos votos está, agora incluído, o voto de Preservação, com o objetivo de minorar os graves problemas ambientais que surgirão no futuro. A história envolve terroristas, jornalistas, políticos, fanáticos religiosos, personagens do clero e a figura de um papa - Pedro Paulo I, além de uma bela jovem que está presente em toda a trama.

 AS TORRES DAS TRÊS VIRTUDES- livro dividido em duas partes. A primeira se passa num seminário, com a narrativa de fatos vivenciados pelo autor em sua juventude, mostrando como se desenvolvia a vida de um jovem, baseada no estudo, no trabalho e na oração, além das atividades esportivas. A segunda parte é vivida pelo herói da narrativa, na fazenda de seu pai, onde impera a corrupção, a violência e a lei da Winchester. 

 MENINO TROPEIRO - é a biografia da infância do autor, filho de um professor primário, que dava aulas em povoados do Planalto Catarinense. Aulas para 4 turmas, simultaneamente, com a maioria dos alunos vindos das propriedades agrícolas. Eles não tinham condução, como os alunos atuais. Vinham a pé, na escola não havia refeições e, à tarde voltavam para casa e pegavam uma enxada para ajudar os pais no trabalho das lavouras. Eram outros tempos. 

EXPRESSÕES E PROVÉRBIOS LATINOS -  São mais de 400 verbetes, com tradução, pronúncia e exemplos de uso. É um material adequados para advogados, pois a jurisprudência faz uso constante de terminologia latina, face a importância do direito romano para todos os povos.. Mas o livro também é importante para a cultura em geral, pois traz também um texto completo sobre a história de Roma.

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terça-feira, 18 de agosto de 2026

O GRANDE MISTÉRIO EM TORNO DO SUDÁRIO DE TURIM, QUE ENVOLVEU O CORPO DE CRISTO PARA O SEPULTAMENTO





Segundo relato dos Evangelhos, Maria Madalena foi quem primeiro se encontrou com Cristo  ressuscitado e foi ela que correu até os apóstolos, com a extraordinária notícia. Pedro e João correram até o túmulo, sendo que Pedro foi o primeiro a entrar no recinto, verificando que o corpo do Senhor ali não estava, percebendo apenas que o Sudário que o envolveu , se encontrava num canto, juntamente com outros panos da mortalha. Certamente que os apóstolos o recolheram, mas essa é a única menção que encontramos na Bíblia sobre a existência do Sudário, após a ressurreição de Jesus. 

Na imagem gravada no tecido, pode-se identificar os ferimentos na cabeça, causados pelos espinhos e nas mãos, causados pelos pregos. Pode-se também identificar o ferimento no peito, resultado da lança que o soldado romano usou para se certificar que Jesus estava morto, em vez de lhe quebrar as pernas como era feito, usualmente, com todos os condenados pela crucificação. Cumpria-se, assim, a profecia de Davi, pois ela falava que nenhum osso de Jesus seria quebrado.

O Sudário, séculos depois, acabou aparecendo em Constantinopla,  trazido, a seguir,  para a Europa pelos cruzados, sendo, então  guardado na Catedral de Turim, onde se encontra até hoje,  onde é objeto de intensas pesquisas, que procuram autenticar a sua verdadeira origem. Nele estão gravadas imagens de um corpo com manchas de sangue, corpo esse que corresponde às descrições dos Evangelhos sobre a Paixão de Cristo com as torturas que Jesus sofreu. Mas como essas imagens foram gravadas no tecido? Aí é que está o mistério. Cientistas de vários países tentaram de todos os modos descobrir a técnica usada para as referidas gravações e até hoje não conseguiram nenhum resultado. Chegaram a aplicar ao tecido o método do chamado carbono 14 para determinar a data em que as gravações  teriam sido feitas e chegaram à conclusão que as mesmas datavam da  Idade Média. Uma conclusão meio absurda, porque na Idade Média não existia fotografia nem laboratórios de química capazes de tal façanha.
G1 - Turim espera a chegada de 1 milhão de pessoas para ver o Santo Sudário  - notícias em Turismo e Viagem


O Santo Sudário, quando exposto na catedral de Milão, sendo visitado por milhares de fiéis, procedentes de todos os continentes.

Barrie Schwortz  era um fotógrafo judeu que se propôs acabar com a farsa do Sudário que, para ele era uma invenção dos cristãos. Estudou o assunto com profundidade, fez profundos testes de laboratório, pois ele era um fotógrafo famoso. Depois de longos estudos, ele se rendeu e chegou à conclusão que aquele corpo gravado no tecido era o corpo de outro judeu- Jesus Cristo. Daí em diante, embora continuasse com suas crenças judaicas, passou a divulgar o sudário como uma reprodução verdadeira do martírio de  Jesus Cristo.

Mas o que diz a Igreja Católica sobre o Santo Sudário de Turim, venerado naquela catedral italiana. Ela mantém respeito, mas não se pronuncia. A fé do povo de Deus é que proclama a grande verdade: o Sudário é uma lembrança de Jesus para os seu povo, uma lembrança de seus sofrimentos pela salvação da humanidade.


* Sudário é um tecido ou lençol de linho usado antigamente para envolver o corpo de uma pessoa morta antes do sepultamento, funcionando como uma mortalha

quinta-feira, 13 de agosto de 2026

UMA CONTRUÇÃO EUROPÉIA, ESTILO MEDIEVAL, ERGUIDA EM MEIO AOS PINHEiRAIS DO SUL DO BRASIL

 




Se o leitor passar algum dia pela cidade de Rio Negro, no Paraná, e olhar ao longe, poderá ainda ver as torres do velho Seminário São Luis de Tolosa lá no alto da montanha, uma construção quase centenária, transformado em parque eco-turístico, tombado como patrimônio histórico e cultural do município de Rio Negro. Ele foi construído por frades alemães, e inaugurado em 3 de fevereiro de 1923. Na década de 70, o educandário foi desativado, sendo os estudantes transferidos para um novo seminário construído numa fazenda próxima à cidade de Agudos, no Estado de São Paulo. As instalações do velho seminário São Luis de Tolosa, depois de muitos anos fechadas, foram recuperadas e hoje nelas funcionam a prefeitura e secretarias do município da cidade de Rio Negro, Paraná, além de diversos órgãos dedicados à cultura. No entorno do prédio funciona um extraordinário parque eco-turístico, herança dos filhos de São Francisco, hoje Patrono da Ecologia.


                            

Mas qual a razão para os franciscanos  abandonarem a construção deste seminário, à época, frequentado por 300  alunos oriundos de todo o Brasil e com uma equipe de professores altamente qualificados, alguns mesmo, com mestrado na Europa? Podemos dizer que a razão foi a necessidade, pois sua localização, longe de grandes centros produtores, principalmente de alimentos, estava tornando muito difícil a manutenção do educandário. Então, compraram uma pequena fazenda, no interior de São Paulo, onde construíram um novo seminário, o Seminário Santo Antônio e trocaram o antigo seminário por uma faculdade no interior de São Paulo. O novo proprietário trancou as portas e deixou o São Luiz de Tolosa fechado durante anos, até que o mesmo foi comprado pela Prefeitura do Rio Negro, segundo dizem, com ajuda de recursos federais. 

Em tempo: o autor deste blog, estudou  durante cinco anos no Seminário São Luis de Tolosa e narra suas experiências no livro AS TORRES DAS TRES VIRTUDES.